Bebês e cachorros em casa: como preparar o ambiente?

· 5 de março de 2017

Mascotes, em especial os cachorros, se converteram em parte da família, mas como integrar os bebês e os animais em casa da forma mais segura possível para as crianças? A relação entre uma criança e sua mascote começa a se construir desde os primeiros dias de vida do bebê. 

Se o bebê chega quando o animal de estimação já vivia com você, deve existir uma preparação do animal para receber uma nova pessoa na família. Com estes conselhos você poderá fazer isso mais facilmente.

Como fazer com que os bebês e os cachorros sejam amigos em casa?

Com a chegada do bebê, seu cachorro enfrentará um grande número de mudanças, sinais auditivos e olfativos que nunca havia conhecido, o que pode causar alterações em seu comportamento em muitas situações, especialmente quando nunca teve contato com  crianças anteriormente.

Outra grande mudança que os animais de estimação enfrentam é que agora você terá muito menos tempo para brincadeiras e passeios, o que modificará sua rotina diária.

  • Prepare seu cachorro para as mudanças. Não só nós seres humanos sofremos com a ansiedade; os cachorros também se sentem ansiosos quando seu estilo de vida muda. Desde antes de chegar seu bebê, comece a mudança na vida diária da família.
  • Procure que haja interação da mascote com crianças pequenas. Se sua mascote já teve contato positivo com crianças, saberá como se comportar com seu bebê. Deixe que se aproxime das crianças e comparta experiências de brincadeiras com eles.
  • Desde os primeiros meses de vida ensine o seu filho a respeitar os animais. À medida que a criança cresce demonstre a ele que deve tratar com carinho o corpo do animal e respeitar suas coisas. É fundamental que com seu exemplo fique demonstrado como as crianças devem tratar os animais.
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  • Dê seus próprios brinquedos ao cachorro. Se sua mascote tem seus próprios objetos para brincar e sabe que são seus, é pouco provável que pegue alguma coisa de seu bebê.
  • Ajude o animal a se familiarizar com o cheiro do bebê. Para fazer uma apresentação da mascote ao bebê, ponha perto do cachorro uma toalha, uma roupa ou qualquer coisa que tenha o cheiro de seu bebê. Dessa forma o cachorro não será indiferente ao bebê uma vez que estejam juntos.
  • Permita a ele estar próximo durante as atividades relacionadas com o bebê. Evite afastar o cachorro durante estes momentos familiares. Ensine que deve ser delicado no trato com o bebê, não o exclua das atividades cotidianas.
  • Supervisione sempre. Haverá momentos em que o bebê pode se assustar com a efusividade do cachorro ou que o animal se sinta atacado por um movimento da criança. Para evitar reações adversas de um ou de outro, supervisione sempre a relação do bebê com a mascote.

Por que é conveniente o compartilhamento entre bebês e cachorros em casa?

Quando uma criança tem uma mascote, aprende a lidar com uma responsabilidade adicional: a atenção e o bem estar de outro ser; alguns dos benefícios da convivência de bebês e cachorros em casa, são:

  • As crianças sentem tanto afeto por suas mascotes que se converte numa forma ideal de mantê-los fisicamente ativos. Os cuidados que os animais requerem reforçam nas crianças o sentido da responsabilidade.
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  • Os bebês e os cachorros em casa podem ser grandes amigos e companheiros na vida. Outro dos principais benefícios para as crianças que crescem com uma mascote é que melhoram a auto estima. Quando seu filho se sente amado pelo animalzinho fortalece suas capacidades de liderança.
  • As mascotes também são boas para a saúde dos maiores e dos adolescentes. A exposição a certas bactérias desde cedo, faz com que o sistema imunológico se torne mais forte. A exceção é nos casos que as crianças sejam alérgicas a alguns animais.
  • O processo de socialização das crianças que tenham mascotes, pode ser mais espontâneo que o das crianças que nunca tiveram um animalzinho. Um cachorro faz companhia constante e faz com que as crianças se sintam menos estressadas e ansiosas.
  • A atividade física é outra das grandes vantagens que a companhia de um mascote oferece a família. Uma família em que existam animais se exercita com mais frequência que uma que não os tem. Os passeios e as caminhadas familiares se convertem numa rotina.