Os 10 anticoncepcionais mais incomuns de todos os tempos

· 27 de novembro de 2018
Em grande parte, a principal questão na hora de escolher qual método contraceptivo utilizar é a maneira como é usado. Muitas mulheres se esquecem de tomar a pílula ou a rejeitam porque sabem que existe um custo.

Neste artigo, vamos falar sobre 10 anticoncepcionais mais incomuns de todos os tempos. Confira!

Atualmente, o uso do preservativo nem sempre é o método preferido, embora outros métodos possam ser mais complexos.

No entanto, os métodos que as pessoas utilizavam antigamente farão mudar a opinião de muitos casais atuais. Em outras épocas, não era tão simples quanto agora. De fato, nem sequer havia certeza sobre sua eficácia.

Podemos falar sobre alguns métodos pouco confiáveis, alguns, inclusive, repugnantes ou sem sentido. Em seguida, vamos nos divertir (e, às vezes, nos assustar) com os métodos anticoncepcionais mais incomuns na história.

Os 10 anticoncepcionais mais incomuns de todos os tempos

1. Agachamentos e espirros

Na Grécia Antiga,havia essa convicção. Depois da relação sexual, era necessário saltar e se agachar imediatamente.

Isso, segundo eles, impedia o esperma de entrar no útero das mulheres. Elas terminavam com um espirro, seguras de que haviam cumprido a missão.

2. Testículos de doninha

No Obscurantismo Europeu, se uma mulher amarrasse os testículos de uma doninha na perna, pensavam que isso a protegeria de uma gravidez indesejada.

Para uma pessoa realista, ao ver sua parceira com esse tipo de coisa, tirava-lhe toda a paixão.

3. Água do Ferreiro

Os gregos antigos aconselhavam suas mulheres a tomar os resíduos tóxicos de seus trabalhos de ferraria. Isso significa que a água que eles usavam para esfriar suas ferramentas devia ser ingerida.

Eles pensavam que era uma forma muito eficaz, já que continha muito chumbo. No entanto, esta prática tinha efeitos colaterais, tais como náuseas, insuficiência renal e convulsões, podendo, inclusive, levar à morte.

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4. Fezes de crocodilo

Os egípcios na antiguidade eram muito astutos. Eles começaram no caminho certo quando perceberam que nenhuma mulher iria engravidar se criasse algum tipo de barreira em suas partes íntimas. Foi uma ótima ideia que eles trouxeram à humanidade.

Entretanto, o método consistia em colocar as fezes do crocodilo dentro da vagina com o propósito de evitar a passagem dos espermatozoides. Ao longo do tempo, modificaram a técnica adicionando mel.

5. Infusão de testículos

No Canadá, no século XVI, chegaram a moer testículos de castores reduzindo-os a um pó muito fino. Eles adicionavam esse pó a uma potente mistura de bebidas alcoólicas.

Diziam ser tão eficaz quanto pendurar os testículos da doninha. Do mesmo modo, teve outro efeito em particular, os homens acabavam muito bêbados e pouco ativos.

6. Intestino de animais

Antes dos preservativos com diferentes sabores e tamanhos, as pessoas, neste caso os homens, tinham que se conformar com intestino de animais.

Em um registro histórico da antiguidade, falavam sobre os preservativos feitos com intestino de porcos. Também foi encontrado um manual no qual ressaltavam que, antes de usá-los, era necessário molhá-los com leite quente.

7. Casca de limão

Este método exigia o uso de meio limão, do qual se extraia a polpa. Em seguida, a casca era inserida na vagina da mulher. Isso tinha a função de tampa cervical, e o suco dele era um espermicida muito potente.

8. Mercúrio

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Nos anos 900 a.C., na China, os especialistas em controle de natalidade aconselhavam as mulheres a engolir 16 girinos fritos em mercúrio. Isso deveria ser feito imediatamente após a relação sexual.

A técnica funcionou de forma semelhante à da água do ferreiro, agia como veneno.

Assim, as mulheres não davam à luz. Entretanto, muitas ficavam estéreis. As contradições eram que danificavam o fígado, rins e outros órgãos, podendo até causar a morte.

9. Ópio

Na antiga Sumatra, já havia o conhecimento de que a papoula era muito mais do que uma simples flor. As mulheres usavam a casca da planta como diafragma durante as relações sexuais.

Além disso, elas também introduziam as flores em suas vaginas. Acredita-se que tinha o mesmo efeito que fumar ópio. Entretanto, sua eficácia era desconhecida.

10. Ducha vaginal com Coca-cola

Após o ato sexual, as mulheres faziam duchas vaginais com refrigerante. Elas diziam que o açúcar da Coca-Cola fazia com que as células dos espermatozoides explodissem.

Assim, após esta notícia, a marca ganhou uma reputação de ducha vaginal espermicida.