5 coisas que talvez você não saiba sobre a amamentação

· 15 de março de 2017

A amamentação é a forma perfeita de nutrição para os bebês. O leite materno não só contém todos os nutrientes que o bebê precisa, mas também oferece um equilíbrio nutricional perfeito e anticorpos.

Além de ser a forma mais natural de alimentar o bebê a amamentação também ajuda a criar e fortalecer o laço materno e aumentar a autoestima da mãe, o que é especialmente necessário para prevenir ou superar uma possível depressão pós-parto.

Mas isso com certeza você já sabe. Porém, há outra série de questões sobre amamentação que não são muito conhecidas ou que espalharam muitos mitos que também são muito interessantes para reforçar a ideia de que a amamentação é uma excelente escolha.

A amamentação pode reduzir o risco de câncer de mama

Estudos recentes têm mostrado que as mulheres na pré-menopausa que amamentaram seus filhos tinham até 50 por cento menos possibilidades de desenvolver câncer de mama em comparação com as mulheres que não amamentam seus filhos.

Esta pesquisa também apoiou uma forte correlação entre duração da amamentação e a taxa de redução do risco de câncer, principalmente em mulheres que amamentaram mais de um ano.

Outra pesquisa mostrou a existência de uma relação direta entre as mulheres que foram amamentadas quando bebês e um menor risco de câncer de mama.

amamentação reduz o risco de câncer de mama

O tamanho dos seios e a quantidade de leite

Normalmente o tamanho da mama não tem nada a ver com a amamentação e a capacidade de uma mãe a amamentar seu bebê. Não há nenhuma evidência que indique que as mulheres com seios ou mamilos pequenos tenham mais problemas para produzir leite. O leite é produzido pelas glândulas mamárias que estão presentes nos seios de todas as mulheres.

Além disso, a incapacidade de produzir leite suficiente para alimentar uma criança é muito rara. É raro encontrar mulheres que não produzam leite suficiente para evitar a suplementação com fórmulas. Normalmente essa deficiência está relacionada com um trauma anterior, a restrição calórica extrema, o hipertireoidismo ou outros fatores como o estresse.

A amamentação pode ser difícil

Os bebês nascem com o instinto de sucção, mas o sentido do olfato é o que o ajuda a criar um laço com sua mãe. Através do olfato o bebê é capaz de procurar o seio da mãe para buscar comida. E se a mãe aparece o bebê pode identificá-la mesmo sem tê-la escutado.

Ainda que a amamentação seja natural, isso não significa que seja fácil. No entanto, a amamentação pode ser difícil e, a princípio, talvez haja complicações. A amamentação pode tornar-se dolorosa. Além disso, nenhuma mãe está livre de ter uma mastite em qualquer momento, o que pode complicar ainda mais se não for tratada a tempo.

Além disso, a amamentação condiciona toda a vida da mãe e a obriga a ser organizada de acordo com as necessidades do seu bebê. No início, isso se baseia principalmente na condição das horas de sono e descanso, mas com o passar do tempo, as mulheres percebem que continuar com a amamentação requer um sacrifício muito maior do que parecia.

A amamentação pode ser difícil

Os seios crescem e se tornam mais sensíveis e receptivos

Quando o leite aumenta, aumenta o volume da mama e a sensibilidade. Na verdade, qualquer estímulo pode causar um derramamento de leite, tanto físico como sensorial (muitas mulheres destilam leite só ao ouvir o bebê chorar).

Porém, o próprio leite acumulado nas mamas pode causar entupimento e ser muito doloroso. Por isso é importante amamentar o bebê frequentemente e tirar o leite para que não se acumule. Isso evita o desconforto e a possibilidade de desenvolver a mastite.