Regras de segurança para ir à piscina com crianças

28 de fevereiro de 2019
Ir à piscina é uma das atividades favoritas das crianças. Por isso, você não pode deixar de ler as regras de segurança que vamos te dar para que, dessa forma, seus filhos possam aproveitar sem correr riscos e você fique tranquila.

Existem muitas regras de segurança para ir à piscina com crianças, pois certamente podem acontecer acidentes, como, por exemplo, as quedas ou, no pior dos casos, as mortes por afogamento. Considerando esses alertas, é necessário que os pais reconheçam os tipos de riscos que podem surgir e aprendam a resolvê-los.

Apesar disso, não são só os pais que devem saber quais são os perigos em potencial que podem ocorrer, também é fundamental que eles ensinem seus filhos sobre como se portar nas piscinas para evitar riscos sem precisar perder a diversão.

Regras de segurança para ir à piscina com crianças

As crianças, por conta da sua inocência, geralmente correm perigo quando expostas a atos imprudentes. Quando se frequenta piscinas em locais públicos, na casa de um amigo ou na própria casa, é sempre recomendável que um pai ou adulto responsável fique atento ao que as crianças estejam fazendo.

Essa consideração é importante, já que 80% das crianças que morrem por afogamento estão dentro de piscinas e apenas 20% em lagos, rios ou no mar.

Certamente, a ideia não é privar as crianças da diversão das piscinas, muito menos quando o verão se aproxima e o corpo pede um mergulho refrescante. O objetivo é que todos os aspectos estejam garantidos para ter a segurança.

Dicas a serem seguidas

As regras de segurança para ir à piscina com crianças variam dependendo da idade delas. Sem dúvida, muitas das recomendações podem ser generalizadas, mas outras são mais específicas e visam a proteção das crianças menores.

Proteção para crianças de 6 meses até 5 anos

As crianças que estão na faixa etária dos seis meses até os cinco anos precisam de um determinado grau de atenção especial, pois podem ser mais vulneráveis a acidentes.

 Proteção para crianças dos 6 até os 12 anos de idade

Uma das primeiras observações é que elas devem sempre ser supervisionadas e acompanhadas por um adulto, tanto dentro quanto fora da piscina. Assim, muitos pais matriculam seus filhos desde cedo nas aulas de natação. Esse fato, certamente, é muito benéfico não somente para a sua segurança, mas também para a sua saúde.

No entanto, mesmo que a criança saiba nadar, nunca devemos supor que ela possa ficar dentro de uma piscina sem supervisão. Principalmente porque que ela não está isenta de ter uma cãibra, sentir exaustão ou sofrer uma queda, por exemplo.

A partir disso, quando as crianças estiverem dentro da piscina, as seguintes medidas devem ser implementadas:

  • Sempre usar colete inflável ou boia de braço, mesmo que saiba nadar. De fato, esse instrumento de proteção deve ser colocado por um adulto, quem também deve verificar o seu funcionamento adequado.
  • A criança deve entrar na água com a ajuda e assistência de um adulto ou, então, bem devagar, usando as escadas.
  • Fica proibido que as crianças corram em volta de piscinas. Deve-se apenas andar e sempre usando sapatos antiderrapantes.
  • Nunca se deve permitir que um bebê engatinhe ou ande perto de uma piscina. Se você tiver uma em casa, ela deve ser cercada e contar com uma proteção especial para evitar a passagem das crianças.

Quando se frequenta piscinas em locais públicos, na casa de um amigo ou na própria casa, é sempre recomendável que um pai ou adulto responsável fique atento ao que as crianças estejam fazendo.

Proteção para crianças entre 6 e 12 anos de idade

Novamente, é importante que as crianças saibam nadar para garantir seu bem-estar dentro da água. Caso elas não tenham essa habilidade, então se aplica a mesma regra das crianças menores: elas devem utilizar coletes e boias.

 piscina, dicas a serem seguidas

Se possível, caso a estrutura da piscina permitir, as crianças devem permanecer na área com uma diferença de altura na qual possam manter a cabeça fora da superfície da água quando estiverem em pé. Outras recomendações para os maiores incluem:

  • Evitar piruetas, mergulhos ou saltos que possam colocar a vida em risco.
  • Não correr em volta das bordas da piscina.
  • Não entrar na água logo depois de comer.
  • Evitar brincadeiras bruscas com os amigos ou colegas tanto dentro da piscina quanto nos seus arredores.

Como uma recomendação final, incentivamos você a aprender alguns primeiros socorros básicos em caso de afogamento. Além disso, também é importante alternar entre os pais para garantir o monitoramento constante das crianças e a sempre aplicar um bom protetor solar nos pequenos para evitar queimaduras na pele.

  • Morrongiello, B. A., Sandomierski, M., & Spence, J. R. (2014). Changes over swim lessons in parents’ perceptions of children’s supervision needs in drowning risk situations: “His swimming has improved so now he can keep himself safe.” Health Psychology. https://doi.org/10.1037/a0033881