As 6 complicações mais frequentes na gravidez

· 15 de novembro de 2018
Existem muitas complicações na gravidez. Partos prematuros, diabetes e movimentos reduzidos do feto são apenas alguns dos casos que podem ocorrer.

Você sabe quais são as complicações mais frequentes na gravidez? A seguir, vamos nos aprofundar um pouco mais nesses casos.

Embora as complicações da gravidez geralmente sejam leves, algumas podem ser graves e devemos prestar uma atenção especial nelas.

É essencial saber quais sintomas podem ser considerados graves durante a gravidez, a fim de evitar afetar a saúde do bebê ou, no pior dos casos, que uma perda possa ocorrer.

No momento em que esses sintomas se manifestem, o médico será responsável pela realização dos exames necessários. Caso note qualquer anomalia, as ações necessárias devem ser realizadas.

Para evitar qualquer dano ao bebê, apresentamos algumas das complicações mais frequentes na gravidez.

As 6 complicações mais frequentes na gravidez

1. Pouco líquido amniótico ou oligoidrâmnio

A bolsa amniótica é responsável por proteger e ajudar no desenvolvimento adequado do bebê durante a gravidez.

Uma quantidade insuficiente de líquido amniótico pode se tornar uma complicação na gravidez.

Então, o médico que acompanha a gestação é responsável por detectar se essa anomalia se manifesta em algum momento do processo de gestação. No caso de detectá-la no final da gravidez, provavelmente induzirá o parto.

2. Placenta prévia

Ter placenta prévia significa que ela não está bem posicionada, ou seja, que está em uma posição muito baixa no útero.

No início da gravidez, geralmente não é um grande inconveniente. Mas se a posição persistir até o final do processo de gestação, a mãe pode sangrar ou ter um parto prematuro.

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3. Diabetes gestacional

Se você sofrer de diabetes durante a gravidez, os níveis de açúcar serão analisados durante todo o processo de gestação.

Mudanças na dieta e exercícios devem ser feitos para que a mãe permaneça saudável e com níveis de açúcar estáveis.

Se a diabetes gestacional não for controlada adequadamente, pode causar sérias consequências para a saúde do bebê.

4. Parto prematuro

Em geral, nascimentos prematuros não geram grandes preocupações e costumam ocorrer com frequência. No entanto, às vezes pode se tornar uma das complicações mais frequentes na gravidez.

Se você começar a ter contrações antes de chegar na 37ª semanas de gravidez, o parto pode ocorrer antes da hora ideal para a saúde do bebê.

5. Pré-eclâmpsia

Esta condição é a hipertensão arterial causada pela gravidez. Ocorre porque a placenta gera substâncias que entopem as artérias.

Isso causa pressão alta, inchaço que não desaparece e uma quantidade excessiva de proteína na urina.

“Se o tratamento for realizado a tempo, mulheres grávidas com pré-eclâmpsia não sofrerão consequências negativas”

6. Redução dos movimentos do bebê

Os bebês começam a se movimentar a partir da semana 7 ou 8 da gravidez. No entanto, muitas vezes isso não é perceptível para a mãe porque eles ainda são muito pequenos.

É possível sentir o bebê a partir da 16ª semana, mas algumas mães conseguem perceber somente a partir da 20ª semana.

Uma queda súbita nos movimentos fetais pode ser indicadora de complicações na gravidez. Nesse caso, mãe e filho devem ser colocados sob observação imediatamente.

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Complicações mais frequentes que podem ocorrer no parto

Embora os partos agora tenham cuidados sanitários adequados, alguns países ainda não estão tão preparados.

Infelizmente, nem mesmo aqueles com as melhores instalações e serviços estão isentos da possibilidade de ocorrer uma eventualidade.

Isso pode fazer com que o bebê tenha alguns problemas de saúde, como paralisia cerebral e outras doenças.

No pior dos casos, podem ocorrer a possibilidade de morte, tanto do bebê quanto da mãe.

Para informações mais precisas, apresentamos algumas das complicações mais frequentes que podem ocorrer durante o parto:

  • As contrações durante a dilatação muitas vezes não são eficazes. Assim, o útero perde a força e isso faz com que o parto fique estagnado.
  • Parto prematuro: se o bebê nascer antes de 37 semanas, pode ser considerado um parto prematuro. Esse tipo de parto pode ter origem em anomalias uterinas, desnutrição, doenças da mãe, infecções e outras causas desconhecidas.
  • Posição do feto: a supervisão do médico responsável é essencial para determinar as posições em que o bebê e cordão umbilical estão.
  • Sofrimento fetal: pode acontecer devido a uma diminuição ou interrupção do fluxo de oxigênio devido a complicações no parto.

É essencial que a mãe informe seu médico caso perceba alguma anomalia durante a gravidez. Assim, é possível evitar que o bebê tenha dificuldades para nascer ou problemas de saúde.

As possíveis complicações na gravidez são muitas, mas podem ser tratadas a partir da detecção do problema a tempo.