Casos incríveis de bebês prematuros

· 3 de agosto de 2018
O nascimento de bebês prematuros é sempre um motivo de preocupação para a família e especialistas, pois é considerado um processo arriscado, uma vez que o pequeno fica lutando por sua vida.

Esse tortuoso momento, quando a criança deve ser submetida a vários procedimentos médicos para se manter com vida, pode ser prolongado. Mas muitos bebês prematuros tiveram recuperações surpreendentes.

As histórias desses pequenos sobreviventes servem para refletir sobre a importância de cuidar da nossa gravidez e dar valor à vida que está se formando dentro de nós. Esses bebês vêm ao mundo com antecedência para lutar e testar a capacidade da sua família. Após um período difícil, a esperança renasce com esses finais felizes.

Nesta postagem vamos falar sobre alguns bebês prematuros que, contra todas as probabilidades, hoje conseguiram ter uma vida normal. Vamos relembrar os partos prematuros que deixaram  suas marcas por causa dos seus finais surpreendentes.

O bebê de 24 semanas

Esse é o caso de uma menina nascida no México, quando a mãe estava com apenas 24 semanas de gestação. Ela pesava, aproximadamente, 440 gramas quando nasceu. O nascimento ocorreu com antecedência devido a problemas de saúde da mãe, que deu à luz por cesariana no Centro Médico La Raza.

A pequena, chamada Shiryu Juárez, nasceu com poucas expectativas de vida, já que tinha graves problemas respiratórios por causa da falta de amadurecimento pulmonar. Outra complicação era a sua incapacidade para controlar a temperatura corporal. Por esse motivo, foi preciso mantê-la nos cuidados intensivos por pelo menos cinquenta dias.

Após esse período de recuperação, a bebê surpreendentemente conseguiu respirar sem ajuda. Ela pode ser devidamente alimentada através do leite materno e chegou aos dois quilos. Shiryu recebeu alta em perfeito estado de saúde, para a surpresa dos especialistas.

bebês prematuros

A menor, até agora

São considerados prematuros os bebês que não atingiram as 38 semanas de gestação. O caso da Amilia é, até hoje, um dos mais surpreendentes, pois se trata de um nascimento com apenas 21 semanas de gestação.

A menina nasceu em Miami, EUA, em 2006. De acordo com os especialistas, foi o bebê mais prematuro da história. Até agora, só Amilia começou sua luta medindo apenas 24 centímetros e pesando 284 gramas.

Como seria de esperar, não havia muita expectativa quanto à recuperação da bebê. Ela nasceu viva, mas suas complicações respiratórias estavam à espreita, como acontece com todos os bebês prematuros. Além disso, ela teve uma hemorragia cerebral leve e superou inúmeras cirurgias.

Viva e saudável

A história de Camila é surpreendente porque não era apenas um bebê prematuro. Ela também nasceu com um problema grave de sepse. A pequena veio ao mundo quando sua mãe estava com 25 semanas de gestação. No entanto, já tinha ameaçado nascer antes.

Camila pesava um pouco mais de 500 gramas ao nascer. Peso que ela teve de superar com mais de um mês em tratamento intensivo, inúmeros procedimentos médicos e a ameaça de ser irreparavelmente afetada por excesso de oxigênio. Após dois meses confinada no hospital, a menina se recuperou com sucesso.

Acreditava-se que a quantidade de oxigênio que foi administrado à criança poderia causar cegueira e que outros procedimentos poderiam vir a afetar o desenvolvimento dela. No entanto, surpreendentemente, ela conseguiu uma recuperação completa, que lhe permite viver como uma menina normal.

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Prematura em todos os aspectos

Outra menina, Alejandra Barria, tem atualmente vinte anos. Seus pais dizem que quando ela nasceu, era muito pequena, não tinha unhas, cabelo, sobrancelhas nem cílios. Ela pesava cerca de um quilograma e os seus primeiros meses de vida foram muito críticos.

A mãe da Alejandra sofria de apendicite e quando estava com 22 semanas de gravidez, teve que ser submetida à uma operação. Antes de realizar o procedimento, os médicos temiam que o bebê não sobreviveria. Mas fizeram de tudo para salvar a criança.

Depois de surpreendentemente suportar a intervenção, após 20 dias, Alejandra nasceu prematura. Anteriormente, os especialistas tinham tentado amadurecer os pulmões da Alejandra, a fim de prepará-la caso seu nascimento se adiantasse devido à cirurgia da mãe.

Ao nascer, a pequena chegou ao mundo com diferentes complicações. Não apenas no sistema respiratório. Ela também sofreu um colapso renal, atrofia cerebral e houve a presença de um canal arterial persistente. O medo, então, não era mais apenas pelo risco de vida. A questão era que se ela sobrevivesse, seu desenvolvimento neurológico também estaria em risco.

Contra todas as probabilidades, ela teve uma recuperação completa depois de passar oito meses no hospital. Felizmente, nenhuma das consequências temidas se manifestaram em sua vida. Sua história ainda serve como força para seus pais e outras famílias.