O coronavírus é perigoso para as crianças?

20 de março de 2020
O coronavírus é um vírus que disparou os alarmes no mundo todo. Neste artigo, vamos expor alguns dados interessantes e sua relevância para as crianças.

O coronavírus é a epidemia que atualmente tem sido discutida por todo mundo. Isso se deve à sua rapidez na propagação de pessoa para pessoa. Mas o que acontece com as crianças? É um vírus perigoso para elas? Deveríamos acionar os alarmes?

Aqui vamos expor alguns dados sobre esse vírus e discutir a importância que tem para as crianças, assim como as possíveis medidas de precaução que podem ser tomadas.

O que é o coronavírus?

Os coronavírus são uma família de vírus de origem desconhecida.  Existem diferentes tipos de coronavírus. Eles podem provocar desde um resfriado comum até uma pneumonia ou, em sua forma mais grave, insuficiência respiratória.

Em dezembro de 2019, na cidade chinesa de Wuhan, foram detectados os primeiros casos de um novo tipo de coronavírus. Desde então, o contágio de uma pessoa infectada a outra saudável fez com que o número de casos aumentasse de forma drástica.

Representação do coronavírus

Embora seja muito alto o número de pessoas nas quais a presença do vírus tenha sido confirmada, a mortalidade desse tipo de vírus é atualmente baixa, mais baixa até mesmo que a de epidemias anteriores causadas por outros tipos de coronavírus.

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Quais sintomas provoca?

A infecção por coronavírus, em geral, provoca sintomas parecidos aos de uma gripe comum. Entre eles, podemos encontrar os seguintes:

  • Corrimento nasal.
  • Mal-estar geral.
  • Cansaço.
  • Dor muscular.
  • Tosse.
  • Coriza.
  • Febre e calafrios.
  • Dor de garganta e de cabeça.

Uma pessoa infectada pode não apresentar sintomas, pode passar por um quadro gripal, como já comentamos, ou, nos casos mais graves, pode chegar a desenvolver complicações graves. As complicações mais importantes que podem ocorrer são a pneumonia ou, até mesmo, a insuficiência respiratória.

Esses casos mais graves, em geral, aparecem na população mais vulnerável. Essa população seria composta por idosos, recém-nascidos ou pessoas que têm um sistema imunológico deprimido.

O coronavírus nas crianças

Parece que a infecção por coronavírus produz, geralmente, um quadro mais leve nas crianças. Esse fato, vinculado à baixa mortalidade que, como já afirmamos, essa estirpe do vírus apresenta, leva as instituições a divulgar mensagens tranquilizadoras sobre o vírus nas crianças.

No entanto, a Associação Espanhola de Pediatria, junto com outras instituições pediátricas, pretendem preparar um protocolo de ação e gestão do coronavírus voltado às crianças.

Naturalmente, o mais importante é ficar alerta para qualquer possível caso suspeito e avisar com rapidez os organismos de Saúde Pública para que coloquem em prática as medidas apropriadas a fim de confirmar ou descartar a infecção.

Tratamento e prevenção

Atualmente, não existe um tratamento eficaz para esse tipo de vírus. Portanto, o tratamento será focado nos sintomas, controlando a febre, as dores e tentando manter o paciente com um bom estado geral.

Medidas de proteção contra o coronavírus

Também é necessário ficar alerta para o desenvolvimento de possíveis complicações, sobretudo, como já comentamos, nos grupos mais suscetíveis da população.

É por isso que é importante tentar evitar o contágio pessoa por pessoa. Para isso, o mais importante é realizar uma higiene adequada, que deve ser básica e geral. Além disso, é preciso ter especial cuidado com a higiene das mãos.

É recomendável evitar o contato com pessoas já contaminadas e, em caso de não poder evitar, cobrir adequadamente olhos, nariz e boca quando houver contato.

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Em resumo

Embora os alertas em relação a esse vírus estejam ativos praticamente no mundo todo, os especialistas recomendam manter a calma. Tudo leva a crer que o vírus não é especialmente agressivo com crianças.

Além disso, a rapidez de ação dos sistemas de saúde significa que a possibilidade de que o vírus se espalhe sem controle em caso de infecção seja bastante reduzida. No entanto, como sempre, o mais importante é procurar um especialista caso haja qualquer tipo de dúvida.