Por que erramos ao tentar descobrir o sexo do bebê?

· 2 de outubro de 2018
Já aconteceu com algumas mães: elas planejavam a chegada de uma menina quando nasceu um menino ou vice-versa. Essa situação é bastante comum. Mas por que erramos ao tentar descobrir o sexo do bebê?

É difícil acreditar que com tantos avanços tecnológicos ainda possam ocorrer erros na hora de descobrir o sexo do bebê. Mas isso acontece com frequência.

A explicação é que, apesar de as ecografias se tornarem cada vez mais modernas, elas ainda continuam fazendo parte de um resultado que envolve a interpretação do olho humano.

Não é comum que os médicos confundam o sexo do bebê. Mas pode ocorrer com mais frequência do que pensamos.

No entanto, esse erro será em breve corrigido. É possível que nas primeiras ecografias não haja uma resposta clara, mas nas seguintes a dúvida será esclarecida.

Pensar por um tempo relativo que estamos esperando uma menina ou um menino pode gerar certa ilusão na família. Mas isso logo é corrigido. Não há com o que se preocupar.

Contudo, tem havido casos em que o casal tinha certeza do sexo de seu bebê, já tinha escolhido um nome, comprado roupas, etc. Ou seja, tinham preparado tudo errado.

o sexo do bebê

Descobrir o sexo do bebê nos tempos da vovó

Há alguns anos, era mais provável errar com o sexo do bebê. Isso porque não havia métodos científicos capazes de revelar esse dado.

As consultas pré-natais, por sua vez, eram menos regulares ou profundas. E, além disso, também era muito comum o uso de técnicas mitológicas para saber qual seria o sexo do bebê.

Em muitos casos, a experiência de outras mães e parteiras foi capaz de determinar o sexo do bebê com base em aspectos relacionados com o corpo da mulher grávida.

Nesses casos, analisava-se o formato da barriga, o caminhar da mãe, os desejos de grávida que surgiam, etc.

Por um longo tempo, os mitos sobre a previsão do sexo tiveram sucesso. Assim, a mãe podia começar a fazer planos para seu futuro filho. Mas não havia escolha. A chegada do bebê sempre poderia envolver uma surpresa.

Errar o sexo do bebê nos tempos da vovó era comum e, muitas vezes, ficava na memória como uma história divertida.

Todos nós já ouvimos histórias de pessoas adultas dizendo “Meus pais achavam que eu ia ser menino”. Ou “Meu quarto era todo rosa, minhas roupas e brinquedos também eram de menina, mas nasci menino”.

Era mais fácil cometer esses erros. Mas nem sempre foi fácil lidar com isso.

o sexo do bebê

Errar o sexo do bebê pode nos afetar emocionalmente?

Segundo a versão de cada uma das famílias que passaram por essa situação, o fato de saber depois de muito tempo que estavam errados em relação ao sexo do bebê representou um choque emocional.

Além da questão econômica, de ter gastado dinheiro em algumas coisas que não iriam servir para seu bebê, também é uma perda que pode tocar as mais profundas emoções.

Algumas mães relatam a experiência como um luto. Pois significou, para elas, a perda dessa menina ou desse menino que esperavam, talvez inclusive com um nome e, claro, com grande entusiasmo.

Desde que esse pedacinho de nós começa a crescer, não é só amor o que nos invade, mas também a expectativa e o desejo de como queremos que esse pequeno ser seja.

Da mesma forma, também é possível que já tivéssemos escolhido um nome e parado de procurar outras opções. Certamente, isso pode causar estresse por ter que começar tudo de novo, do zero.

Por outro lado, pode se tornar frustrante para um casal que continua tentando ter essa menina que não chega, mesmo após algumas gestações.

Outras vezes, a desilusão pode parecer transitória e sem muitos efeitos sobre emoções família. Mas é preciso estar na pele da mãe para conhecer os verdadeiros sentimentos dela nesses momentos.