A chegada do bebê: as emoções que a mãe e o pai experimentam

A chegada do bebê: as emoções que a mãe e o pai experimentam

Última atualização: 24 Janeiro, 2017

A chegada do bebê é uma experiência maravilhosa, quando todos os membros da família se sentem felizes e abençoados. Contudo, cuidar de um bebê demanda muito tempo e energia, o que pode gerar aos futuros papais certa incerteza e uma combinação de emoções que devem ser muito bem canalizadas para o bem de todos.  

A chegada do bebê na vida de qualquer casal é uma experiência de enorme felicidade, mas também significa uma experiência nova e desconhecida, em que deve haver adaptação com toda a paciência possível e com muito amor.

O começo de uma infinidade de responsabilidades requere que “a mamãe e o papai” estejam muito bem preparados para enfrentar os desafios que representam cuidar da melhor maneira esse tesouro especial. É importante que tanto a mãe quanto o pai saibam que suas vidas mudarão por completo. Será um desafio cheio de aprendizagem e crescimento que os farão ser pessoas melhores.

Mudanças comuns com a chegada do bebê

Ser pais é uma mudança que transforma completamente a vida da família. Porém, isso não significa que não possa ser uma experiência gratificante e enriquecedora, sempre e quando se tem em mente um bom planejamento e conhecimento sobre o tema.

conciliacao-vida-500x317

A mãe e o pai podem sentir uma angústia devido às atenções e cuidados que exige o dia a dia do bebê que acabou de chegar. Por esse motivo, é importante que você prepare e tenha várias estratégias que permitam que “todos” se adaptem melhor e mais rapidamente às mudanças que trazem o novo bebê membro da família.

Planeje atividades que contribuam para o descanso e relaxamento. Dessa maneira, tanto a mãe quanto o pai poderão diminuir a ansiedade e incertezas ocasionados pela logística e mudanças de hábitos requeridos pelo rebento da família.

Conselhos para se adaptar às mudanças

preparar-a-chegada-de-um-bebe-em-casa

A adaptação dos pais com a chegada do bebê não deveria ser um desafio cheio de medos e inseguranças. Pelo contrário, com o conhecimento adequado pode-se administrar essas emoções e saber que um filho é o maior presente que podemos ter na vida. Siga as recomendações que oferecemos abaixo:

  • Antes do nascimento, deixe tudo em casa ordenado e sobretudo bem abastecido, não só com as coisas necessárias para o bebê, mas também para o pai e a mãe e as visitas que virão conhecer o recém-chegado.
  • Você deve estar muito atenta para ter equilíbrio para satisfazer suas próprias necessidades e manter saudável seu relacionamento amoroso.
  • Realize com seu companheiro um plano que ajude a ter tudo todo dia, para que as atenções e cuidados do bebê não sejam um impedimento para o resto das atividades cotidianas.
  • Busque ajuda e apoio com outros parentes, dê oportunidade de participar e compartilhar o bebê com eles. Assim, aproveite o tempo para ficar com seu companheiro ou fazer algo para você.
  • Prepare um lindo e acolhedor quartinho para o bebê, já que  todos dormirem no mesmo quarto não é recomendável. O casal e o filho precisam de espaço.
  • Proporcione ao bebê muito amor e carinho, pois isso fortalecerá a união entre filho e pais, melhorando o humor e a autoestima da família.
  • Saiba que a vida profissional pode afetar o papel dos pais, e por isso eles devem procurar um acordo e equilíbrio para não descuidar das diferentes responsabilidades.

A chegada do bebê é algo maravilhoso que trará uma imensa alegria ao lar, mas o processo de adaptação a esse novo estilo de vida pode desencadear um desequilíbrio emocional. Dependendo de sua intensidade, é recomendável que os novos pais procurem algum tipo de assessoria ou atividade que os ajude a liberar a tensão e o estresse.

Os pais devem se esforçar para educar o novo integrante da família desde a sua chegada em casa. Nunca subestime um bebê, por menor que seja, pouco a pouco você saberá que são tão vivos e inteligentes que poderiam ter o controle da casa.

Ensine a ele bons modos e valores, ainda que você acredite que não estejam entendendo. Isso, no futuro, ajudará que seu comportamento e aprendizagem sejam mais adequados e aliviará sua relação com o pequeno e com os outros integrantes da família.

 



  • Salas, C., Martín, M., Bárcenas, I., Canorea, C., Actis, C. C., & Troncoso, E. S. (2017). Evaluación de las preocupaciones de padres primerizos en el períodoperinatal. Estudio piloto. Cuadernos de medicina psicosomática y psiquiatria de enlace, (1), 97-97. https://dialnet.unirioja.es/descarga/articulo/6114034.pdf
  • Fernández, A. J. Á., & Agut, M. M. (2014). Criar de forma saludable: grupo de padres primerizos. Avances en salud mental relacional, 13(3), 5. https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=6344187
  • Coso, E. V., & Miret, P. (2017). Características de las madres primerizas y de los padres primerizos en la España del siglo XXI. Reis: Revista española de investigaciones sociológicas, (160), 115-138. https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=6129308
  • Cogorno, M. B. (2017). Padres primerizos. In IX Congreso Internacional de Investigación y Práctica Profesional en Psicología XXIV Jornadas de Investigación XIII Encuentro de Investigadores en Psicología del MERCOSUR. Facultad de Psicología-Universidad de Buenos Aires. https://www.aacademica.org/000-067/133