Meu filho é meu impulso e minha inspiração

· 26 de abril de 2017

A história de vida de muitas mulheres pode dividir-se em duas grandes etapas: Antes de tornar-se mãe e depois disso. A vida muda quando concebemos a essa criatura tão maravilhosa a qual chamamos de filho, só sua presença nos enche de uma classe de amor tão especial que é infinito e invencível. Meu filho é minha inspiração e por ele faço tudo; é que sente cada mãe antes de encher-se de valentia.

Quando uma mulher tem um filho conhece outro tipo de amor, trata-se de um amor muito particular, porque embora seja extremamente sensível, também é forte e enraizado. Este amor se diferencie de outros, não enfraquece com o passar do tempo, ao contrário, se fortalece com uma chama, e não se iguala a nenhum outro tipo de afeto.

Esse fogo que cada criança que nasce acende no coração de sua mãe, é a inspiração que toda mulher precisa para superar qualquer obstáculo, para uma mãe nada parece impossível quando se trata de cuidar do bem-estar de seu filho.

Esse tipo de amor muda qualquer mulher, talvez porque compreende para quem nasceu, compreende que uma boa parte de seu propósito no mundo é amar a seus filhos incondicionalmente, lutar para que possam desenvolver todas suas habilidades intelectuais, físicas, e espirituais e também para que nunca lhes falte nada, como diziam nossos pais.

Meu filho é minha inspiração

 

Meu filho é inspiração e energia

Meu filho é o motor da minha vida, minha alegria, minha esperança e inspiração. Desde que nasceu, todas as noites passadas em claro têm outro significado, como também têm um propósito diferente de cada livro lido, porque agora os textos não somente nutrem seu intelecto, mas também alimentam sua alma e lhe ajudam a esculpir seu caráter para ser uma pessoa melhor. E não se trata de ser perfeita ou não, mas se trata de ser o mais justa, paciente, amável e consciente possível.

E de fato, saber construir o caráter encerra boa parte do segredo da vida. Amar infinitamente e de igual maneira ser justo é difícil, por isso é que quando uma mulher cria um filho se gradua na universidade da vida, pois alcança outro nível. E consegue isso não somente porque seu ventre conseguiu florescer e dar vida, mas também porque seu coração alberga um amor de uma dimensão diferente, um amor que não tem restrições.

 “Meu filho me inspira, me estimula, me diverte. Me enche de ternura e de desejos de protegê-lo, mesmo que já seja um adulto. Me deslumbra em sua diferença. Me complementa e me completa”.

 -Ernestina Justo, frase do livro Com carinho para meu filho/For my Son-

A chama que meu filho acende me faz invencível

“Uma inspiração é aquilo que evoca em você algo especial. Um gancho que conecta com uma grande ideia”; diz um dos tantos conceitos com os quais os estudiosos conseguem explicar essa palavra e o que ela produz.

A chama que meu filho acende me faz invencível

Essa explicação é perfeita para expressar o que uma mãe sente por seu filho, ele é sua inspiração porque provoca nela um sentimento especial. Mas a inspiração de uma mãe não a conecta com uma grande ideia, mas com milhões de ideias que desenvolvem suas capacidades a níveis estratosféricos.

A inspiração que um filho dá à sua mãe a faz ser especialmente aguda nos processos criativos, porque essa criança acende a faísca necessária para que brotem de maneira espontânea milhares de ideias para manter seu filho a salvo , para resolver qualquer problema, e para superar qualquer dificuldade

Os artistas tiram o máximo de proveito dessa chama divina chamada inspiração, usam esse impulso que lhes dá para criar suas obras e expressar-se mediante estas; as mães também o fazem, expressam seu amor com cada café da manhã que preparam, com cada febre que curam, com cada roupa que lavam, com cada beijo na testa.

Esse amor, como disse a escritora chilena Isabel Allende, transforma porque tem a ver com amar a alguém mais do que a você mesma. Tem a ver com ser capaz de qualquer coisa, contanto que seu filho não sofra nada, nunca, jamais. Porque cada filho acende em sua mãe um fogo infinito que se alimenta todos os dias de abraços, de beijos, de lágrimas, de dores, de dentes de leite, de cartas, de desenhos na geladeira, e até de noites em claro.